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Wlad Costa é preso pela PF no Aeroporto de Belém

O ex-deputado federal do Pará, que foi cassado em 2017, foi preso pela prática de crimes eleitorais.

18/04/2024 09h15
Por: Gesiel Teixeira Fonte: DOL
Wlad Costa é preso pela PF no Aeroporto de Belém

Na manhã desta quinta-feira (18), o ex-deputado federal Wladmir Costa foi detido no Aeroporto Internacional de Belém pela Polícia Federal.

Wlad foi abordado ao chegar de voo à capital paraense e encaminhado ao sistema prisional do estado.

A prisão preventiva requerida pela Polícia Federal foi deferida em razão da prática reiterada, entre outros, dos crimes eleitorais de violência política praticados contra deputada federal por meio das redes sociais.

O Tribunal Regional Eleitoral também ordenou a exclusão das postagens em redes sociais que motivaram o mandado de prisão.

CASSADO

Em 19 de dezembro de 2017, Wlad foi condenado por unanimidade, no Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE-PA) por abuso de poder econômico e gastos ilícitos na campanha eleitoral no ano de 2014.

No ano anterior, quando ganhou mais destaque nacional por diversas polêmicas, ele já havia sido condenado a perda de mandato pelo TRE. Na época, o ex-vocalista da banda Wlad havia declarado que gastou R$ 642.457,48 durante sua campanha à Câmara Federal.

No entanto, o valor teria sido bem maior, afinal ele não declarou R$ 149.950 em despesas de material gráfico e R$ 100 mil em outras despesas em 2014.

HISTÓRICO DE POLÊMICAS E VERGONHAS

Ex-vocalista da banda de mesmo nome, usou o talento para as performances artísticas para ganhar mais espaço na mídia, sempre de forma negativa, atacando diversas pessoas durante seus mandatos como deputado federal. Após estourar confetes no processo de impeachment de Dilma Rousseff, nos anos seguintes ele se envolveu em diversas polêmicas.

Em uma sessão de uma comissão na Câmara daquele ano, Wlad dividiu os deputados de oposição em "Temeromofóbicos" e "Temerenrustidos", desferindo críticas pessoais a alguns deles, inclusive chamando o relator, Sergio Zveiter (PMDB-RJ), de "burro" e "desqualificado".

Semanas depois, seguindo sua tradição egocêntrica e pirotécnica, o "deputado dos confetes" surgiu com uma tatuagem em homenagem ao presidente Michel Temer e alegou que fosse verdadeira. Com o destaque nacional esperado, confirmou que na verdade a imagem era temporária e que teria sido enganado pelo tatuador porque estava alcoolizado, tomando cachaça de jambu.

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