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Polícia INVESTIGAÇÃO

Dr. Jairinho e mãe de Henry são presos pela morte do menino

PC do Rio de Janeiro afirma que a mãe sabia que o parlamentar agredia o filho.

08/04/2021 09h52
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Por: Gesiel Teixeira Fonte: UOL
 Casal estava em outra casa no momento da prisão. | Reprodução
Casal estava em outra casa no momento da prisão. | Reprodução

O vereador Dr. Jairinho (Solidariedade) e a professora Monique Medeiros foram presos na manhã desta quinta-feira (08), pela Polícia Civil do Rio de Janeiro,  em decorrência da investigação pela morte do menino Henry Borel, ocorrida no dia 8 de março.No vídeo em que o parlamentar e a namorada estão algemados e entram na 16ª DP (Barra), que investiga o caso, é possível ouvir um homem gritar "Assassino!".

Os dois estavam em Bangu, zona oeste do Rio de Janeiro, na casa de uma tia do político, quando ocorreu a prisão preventivamente. Os mandados foram expedidos pelo 2º Tribunal do Júri.

A investigação aponta alguns históricos de agressões de Dr. Jairinho contra o menino, tudo isso com o conhecimento da mãe. Um pouco antes do crime, o parlamentar já teria se trancado no quarto para agredir a criança.

Outra questão levantada pela polícia, é o fato do casal também ser suspeito de combinar versões e de ameaçar testemunhas para atrapalhar as investigações. Foram ouvidas pela Polícia Civil ao menos 18 pessoas.O engenheiro Leniel Borel, pai de Henry, não se posicionou sobre a prisão. "O Leniel não tem condições de falar, está chorando bastante. Daqui a pouco, a gente vai se pronunciar", disse o advogado Leonardo Barreto.

MORTE

Henry Borel, de 4 anos, retornou para casa da mãe após um final de semana com o pai por volta das 19h, do dia 7. Como as câmeras de segurança mostram, não há nenhum indicio de anormalidade na chegada do garoto.

Na madrugada do dia 8, Henry foi levado ao Hospital Barra D'Or, na Barra da Tijuca, onde relataram que ele apresentava dificuldade respiratória. O casal então ligou para o pai do garoto para relatar o ocorrido.

 

Ao chegar no local, Leniel já encontrou os médicos tentando reanimar a criança. Orientado pelos profissionais do hospital, o pai do menino abriu uma ocorrência na 16ª DP para entender o que aconteceu com o filho. 

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