A alimentação básica dos paraenses teve alta de 1,24% nos sete primeiros sete meses do ano, segundo pesquisa do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) divulgada nesta segunda-feira (6). Por outro lado, nos últimos 12 meses, a cesta básica teve queda de 7,09%, puxada pelo feijão, açúcar e tomate.

De acordo com o Dieese, apesar da alta de 1,24%, a maioria dos produtos que compõem a cesta básica do paraense apresentaram queda de preços no período. Os destaques ficaram por conta do feijão com recuo de 13,95% seguido do café com queda de 8,15%, açúcar com queda de 5,42% e manteiga com queda de 2,91%. Neste período, o leite deve alta de 18,40%, a carne 3,28%, tomate 3,16%, óleo de soja 2,16%, e banana 1,13%.

Já com relação aos últimos 12 meses, a alimentação do paraense teve queda de 7,09% na cesta básica. O feijão registrou recuo de 47,24%, açúcar queda de 21,41%, tomate 14,22%, e café 12,18%. Também neste período, somente o leite e a manteiga tiveram altas de 6,54% e 1,37%, respectivamente.

No mês de julho, Belém ficou entre as 13 capitais mais caras do Brasil no que diz respeito a alimentação básica. Na capital, o preço da cesta ficou em R$ 361,11. São Paulo lidera o ranking do do País com valor de R$ 437,42, seguida de Porto Alegre (R$ 435,02) e Rio de Janeiro ( R$ 421,89). Salvador e São Luis registraram os menores valores, foram R$ 321,62 e  R$ 341,09, respectivamente.

Por: Portal ORM

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